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Campus apoia iniciativas para a gestão em terra indígena

Campus foi contemplado em edital de apoio a microprojetos com a finalidade de apoiar iniciativas individuais e familiares que favoreçam a gestão ambiental e territorial na Terra Indígena Araribóia
  • Assessoria de Comunicação
  • publicado 24/05/2021 18h29
  • última modificação 24/05/2021 18h32

Atualmente, os povos indígenas ainda enfrentam desafios comuns relacionados à gestão ambiental dos seus territórios, à sustentabilidade socioprodutiva e à segurança alimentar, além da ausência de mais políticas educacionais específicas e de qualidade. Com o objetivo de contribuir para a conservação da Amazônia Oriental no estado do Maranhão e norte do Tocantins, por meio da gestão territorial e ambiental integrada de Terras Indígenas, o projeto CTI/ISPN/USAID “Gestão Ambiental e Territorial Integrada de Terras Indígenas na Amazônia Oriental” lançou o edital de micro projetos com a finalidade de apoiar iniciativas individuais e familiares que favoreçam a gestão ambiental e territorial na Terra Indígena Araribóia.

A Terra Indígena Araribóia é a segunda maior Terra Indígena do Estado do Maranhão, com 413.288.047 hectares, localizada no sudoeste do Estado, nos biomas da mata pré-amazônica, pertencente aos povos Tenetehar Guajajara e Awá -Guajá. O Instituto Federal do Maranhão (IFMA) Campus Avançado Porto Franco, por meio do Departamento de Ensino e Extensão (DEE), mantém uma parceria de cooperação técnica com a Comissão de Caciques e Lideranças Indígenas da TI Arariboia (COCALITIA), através da qual colaborou na construção do Plano de Gestão Territorial e Ambiental da TI Arariboia, em 2017. Nesse sentido, no mês de abril de 2021, conseguiu-se o apoio do edital para a implementação de micro projetos nas áreas de artesanato: Arte Tentehar Kuzá e a diversificação da produção nos quintais, através da criação de aves; Terreiro de alimentos; Zapukaz ete para a comunidade indígena juçaral.

O mecanismo de financiamento de microprojetos procura prover um apoio concreto e qualificado para iniciativas que atingem os objetivos e metas do Projeto CTI/ISPN/USAID, e que contribuem também ao empoderamento de lideranças e comunidades indígenas, visando a obtenção de resultados nas condições de vida dos povos indígenas. As propostas devem contemplar o apoio à implementação das linhas do Projeto, tais como: proteção territorial, produção agroecológica, sistemas agroflorestais, conservação da biodiversidade, formação em gestão territorial e ambiental, articulação pelos direitos indígenas, entre outras possibilidades.

É fundamental que o IFMA, enquanto instituição de ciência e tecnologia (pesquisa e extensão) mantenha e articule processos relacionados às tecnologias sociais e que ajudem na conservação e restauração da porção amazônica no Maranhão”, ressalta o pedagogo do Campus Avançado Porto Franco, Cleidson Pereira Marinho. O diretor geral do campus, Lindemberg Costa Júnior, corrobora com a fala de Cleidson, reforçando que o IFMA possui um papel social de suma importância para a sociedade maranhense, afinal, “os projetos de pesquisa e extensão proporcionam ao IFMA atuar fora dos muros da instituição”, afirma o diretor.

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